
Cores D Flores: Paixão (2008)
Engana-se quem se depara com este álbum e supõe ser a estréia de mais
uma nova banda no cenário. Estrada é o que não falta para esta banda
curitibana fundada em 1998 e que durante todo esse tempo, vem driblando
todas as dificuldades comuns a quem está começando e conseguido boa
projeção com 2 álbuns convincentes, “Belas Noites” (2002) e “Entre
Sonhos e Pesadelos” (2004).
A formação atual é composta pelo baterista Guima Scartezini, pelo
baixista Eugênio KF, pelo guitarrista Abner Anthony (guitarra) e pela
vocalista Marielle Loyola, fundadora e líder do grupo.
A experiente Marielle foi uma das pioneiras figuras femininas no Rock
nacional, obtendo destaque nos anos 80, participando de bandas como Arte
no Escuro e Volkana. Atualmente, a cantora é figura importante na cena
paranaense, como apresentadora de um programa de rádio que abre espaço
para bandas de Rock locais independentes.
“Paixão”, terceiro álbum na discografia da banda, traz um pouco de cada
álbum anterior. Concilia o acento melódico, presente no álbum de estréia
com a pegada e o peso do último álbum. O ‘upgrade’ na qualidade técnica
deste trabalho se comparado aos anteriores é nítido, o que valoriza
ainda mais a evolução musical da banda.
Em suma, é um bom álbum de Rock, cheio de belas melodias, bons refrões,
‘riffs’ de guitarra e vocais simples e eficientes. Feito por quem
entende do assunto.
Destaque para a faixa de abertura “Um Instante”, “Nóia”, “Grande Erro” e
para “Minuto de Realidade”. O único deslize é a quantidade exagerada
(quatro) de regravações de composições próprias. “Paixão” é um ótimo
álbum de uma banda que merece maior reconhecimento nacional.
01. Um Instante
02. Nóia
03. Amar É
04. Grande Erro
05. Paixão
06. Filme
07. Há Falta
08. Pensamento Positivo
09. Tanto Faz
10. Minuto de Realidade
11. Meu Medo
Fonte - G-Sat (http://forum.g-sat.net/showthread.php?t=181621)
DIAS DE FÚRIA
A Banda foi formada na fria Curitiba no ano de 98 por Marielle Loyola,
com o intuito de satisfazer suas maneiras de fazer músicas diferenciadas
e vindas de muitas influências.
Marielle Loyola vem do Rock Brasiliense do final dos anos 80,onde
participou de Bandas como Escola de Escândalo (Programa Mixto
Quente/Rede Globo/87), Arte no Escuro (1 Lp Emi/89, com produção de
Mairton Bahia) e Volkana (2 cds Eldorado/92/94 com produção de Miranda)
com quem realizou tours pelo País com Bandas como Ratos de Porão,
Sepultura, Viper e Titãs, além de muitos programas de tv como Jô Soares,
Angélica, Mara Maravilha, Matéria Prima (Serginho Groismann 3vzs- Tv
Educativa) Programa Livre (2vzs Serginho Groismann – SBT). Marielle diz
ter conseguido conciliar dentro da Cores D Flores, o peso e a
possibilidade de flutuar em melodias.
Marielle Loyola também é produtora e apresentadora do Programa 91 Cena
Local na Rádio Rock de Curitiba, a 91 RockNews, onde é responsável pelo
lançamento das bandas locais e independentes nacionais a mais de 1 ano,
e já vinha fazendo esse trabalho de fortificação da Cena Paranaense no
Programa Geração Pedreira, onde permaneceu 3 anos dentro da extinta
rádio rock 96Rock.
A Banda passou por várias formações, pois caminhar decidido a dedicar-se
exclusivamente a fazer música própria, é traçar um caminho árduo, e
principalmente estar sempre "duro". A Cores D Flores é formada por:
Marielle Loyola (voz), Guima Scartezini (bateria) e Eugênio KF (baixo).
Nesses 10 anos de estrada, e com 4 cds lançados, a Cores já esteve
presente em alguns dos mais importantes palcos do país ao lado de
grandes nomes da música nacional. Porão do Rock em Brasília, Musikaos e
Turma da Cultura na Tv Cultura SP, 2 Programas Ciclojam na Tv Educativa
PR, Festival Rock de Inverno de Curitiba (em 3 das 4 edições) e mais
vários shows por São Paulo e interior. O último show de grande porte da
Banda foi no Festival EletroAcústico em Curitiba, na maravilhosa
Pedreira Paulo Leminski, ao lado de Pitty, Nação Zumbi (com quem fez
também o programa Musikaos em 2002), Marcelo D2, Engenheiros do Hawai e
Detonautas.
Com muito gás, e principalmente garra, a Cores D Flores tem plena noção
de que o caminho até o grande público é complicado, pois a visibilidade
necessária ainda não é totalmente aberta as bandas sem grandes
gravadoras por trás.
Fonte - Dias de Fúria (http://www.diasdefuria.net/content/view/968/37/)
ROCK
ONLINE
Engana-se quem se depara com este álbum e supõe ser a estréia de mais
uma nova banda no cenário. Estrada é o que não falta para esta banda
curitibana fundada em 1998 e que durante todo esse tempo, vem driblando
todas as dificuldades comuns a quem está começando e conseguido boa
projeção com 2 álbuns convincentes, “Belas Noites” (2002) e “Entre
Sonhos e Pesadelos” (2004).
A formação atual é composta pelo baterista Guima Scartezini, pelo
baixista Eugênio KF, pelo guitarrista Abner Anthony (guitarra) e pela
vocalista Marielle Loyola, fundadora e líder do grupo.
A experiente Marielle foi uma das pioneiras figuras femininas no Rock
nacional, obtendo destaque nos anos 80, participando de bandas como Arte
no Escuro e Volkana. Atualmente, a cantora é figura importante na cena
paranaense, como apresentadora de um programa de rádio que abre espaço
para bandas de Rock locais independentes.
“Paixão”, terceiro álbum na discografia da banda, traz um pouco de cada
álbum anterior. Concilia o acento melódico, presente no álbum de estréia
com a pegada e o peso do último álbum. O ‘upgrade’ na qualidade técnica
deste trabalho se comparado aos anteriores é nítido, o que valoriza
ainda mais a evolução musical da banda.
Em suma, é um bom álbum de Rock, cheio de belas melodias, bons refrões,
‘riffs’ de guitarra e vocais simples e eficientes. Feito por quem
entende do assunto.
Destaque para a faixa de abertura “Um Instante”, “Nóia”, “Grande Erro” e
para “Minuto de Realidade”. O único deslize é a quantidade exagerada
(quatro) de regravações de composições próprias. “Paixão” é um ótimo
álbum de uma banda que merece maior reconhecimento nacional.
Fonte - Rock On Line (http://territorio.terra.com.br/canais/rockonline/lancamentos/materia.asp?materiaID=2409)
19.08.08 :::
As bandas
curitibanas Cores D Flores e Criaturas são as atrações desta
quinta-feira (21.08), às 19h30, no Teatro Universitário de Curitiba –
TUC. Com uma sonoridade própria e mais de seis anos de formação, as duas
bandas percorrem uma trajetória de sucesso, gravando seus CDs e fazendo
shows em várias capitais brasileiras.
Fonte -
Suplemento Cultural
15.07.08 :::
Engana-se
quem se depara com este álbum e supõe ser a estréia de mais uma nova
banda no cenário. Estrada é o que não falta para esta banda curitibana
fundada em 1998 e que durante todo esse tempo, vem driblando todas as
dificuldades comuns a quem está começando e conseguido boa projeção com
2 álbuns convincentes, “Belas Noites” (2002) e “Entre Sonhos e
Pesadelos” (2004).
A experiente Marielle foi uma das pioneiras figuras femininas no Rock
nacional, obtendo destaque nos anos 80, participando de bandas como Arte
no Escuro e Volkana. Atualmente, a cantora é figura importante na cena
paranaense, como apresentadora de um programa de rádio que abre espaço
para bandas de Rock locais independentes.
Fonte -
Terra
06.05.08 :::
Cores D
Flores, que era para tocar no palco rock acabou sendo tranferida para o
palco pauleira de última hora, devido à debandada geral da galera para
assistir Necrotério. Essa mudança acabou sendo benéfica para a banda,
que tocou para bem mais público que as duas últimas bandas do palco rock
juntas (Zona Macabra e Inexxo). E a banda mostrou a que veio.
Fonte -
Curitiba Underground
***
A Volta da Volkana :::
Fonte -
Zine Oficial
***
Volkana - Review
Fonte -
Barbieri - Memórias ao Rock Brasileiro
***
Um Pouco Mais Sobre o Arte no Escuro, nos Altos de
2006 :::
Fonte -
Revista Carcasse
16.02.00 :::
A história do Cores D Flores não é muito comum à maioria das bandas
curitibanas. Em um tempo relativamente curto (no final do ano passado o
quinteto comemorou seu primeiro aniversário), o grupo não só cresceu
como também se tornou um dos principais nomes do rock local. Um fator
que muito contribuiu para tal foi a grande acessibilidade sonora, que
abriu as portas para apresentações nos mais diversos lugares, desde
festivais e templos dedicados ao underground a casas noturnas mais
conservadoras, freqüentadas por maurícios e patrícias que só saem de
casa para ouvir covers. "Somos despretensiosos", explica Marielle.
"Sabemos que tocar sempre em lugares diferentes dá para captar mais
público".
Fonte -
Ano Zero