ROTA
66 - A HISTÓRIA & SUAS FORMAÇÕES
Era
o ano de 2002, C.jyou estava em meio ao início do auge de
sua banda, o Aversão. Banda qual participava já há 4 anos
(Nessa época). O som da banda estava cada vez melhor,
cada vez mais atingindo públicos alternativos e de toda
a tribo. A banda não mais se prendia somente ao 3x4 do que
foi a sua origem, o Punk Rock e HC. Juntamente a isso, começara
a incorporar uma sonoridade mais madura, mais profissional,
começava a refletir as influências e aprendizado de seus
integrantes. E isso claro, começou a chamar a atenção de
muita gente.
Antes da saída do Flávio (Vocal), a banda já havia começado
a ensaiar algumas músicas de estilos variados como: Capital
Inicial, Plebe Rude, Detrito Federal, Escola de Escândalos
(Etc). Na época estava até sendo cogitada a possibilidade
de um trabalho acústico, e árduas foram as horas de composições
entre C.jyou e Alex P. R. para desenvoltura de arranjos
que dentro de sua simplicidade, haviam grande originalidade;
fossem as músicas próprias, fossem os covers que tocavam.
“- Normalmente esse trabalho de ensaio era feito na
casa do próprio Alex no Valparaíso. Sempre nas Sextas a
noite, ou nos Sábados e Domingos durante o dia. Alguns amigos
(as) participavam, e nos auxiliavam opinando o que ficava
bom ou não. Acho que os que foram realmente fiéis, foram:
A Fabiane (Que na época era minha esposa), o Cazuza,e o
D2. Lembro que as composições e arranjos que particularmente
mais curti ter feito com o Alex nesse projeto, foram das
músicas: Salvem El Salvador (Inocentes), Terra
de Ninguém (Frango), Direito de Viver (Ana/Negão),
Sem Destino (Joabes), Bela Dona (Cântico
Popular) e Linda Morena (Jacaré). As músicas começavam
a tomar formas bem interessantes no formato acústico e isso
me intrigava, porque eu começava a entender que a música
por si só, por mais que tenham somente 2 acordes, podem
oferecer muito mais do que pode parecer. Entendia que isso
era uma química fundida entre seu estilo pessoal, mútuo,
e suas próprias tendências. Essa coisa toda começou a nos
chamar a atenção depois que veio o disco Acústico do Capital
Inicial. Na época esse disco foi uma febre generalizada;
quase sem controle. Acredito que o Capital tenha aberto
essa porta pra trabalhos acústicos. Pois antes não se ouvia
muito falar nisso; depois deles, todo mundo quis ter um
trabalho assim (Risos). Talvez por ter sido visto que a
idéia dava certo, daí virou moda. Isso foi bem na época
que ainda rolavam nossos tão populares luais, em locais
inusitados pelo Valparaíso.
No fim das contas a idéia em si desse trabalho acústico
durou apenas 2 meses, assim sem mais nem menos, acabou sendo
engavetada. Talvez pelo fato de que o Aversão estava passando
por uma fase onde não tinha integrante fixo, e estava difícil
mesmo arrumar um. E foi justamente nesse mesmo período que
comecei a pensar em coisas diferentes. Foi um período de
amadurecimento pessoal. Achava bacana tocar Punk Rock e
tudo, mas começava a ter interesse em tentar fazer algo
diferente. Algo que fosse mais a minha cara, o meu gosto,
as minhas influências pessoais. O Aversão ficara parado
por um certo tempo, mas foi tempo suficiente para começar
a fazer minhas primeiras composições musicais em questão
de melodia; pois já tinha muita coisa escrita. Coisas das
quais não pensava nunca tentar transformar em música. Pois
considerava poemas, coisas pessoais, daquele tipo que você
escreve quando se tem 15 anos, e nunca imagina mostrar pra
alguém um dia. Mas nesse mesmo tempo isso começou a mudar.
Foi quando comecei a levar em conta certas possibilidades.
A primeira possível melodia veio através de uma brincadeira:
tinha uma amiga no Valparaíso (Jacqueline) que tinha uma
voz bacana e aguda e vira-volta ela dizia ter escrito alguma
coisa. Quando a turma saía nos finais de semana, ela sempre
falava: "Jyou, ouve isso aqui... Você acha que dá pra fazer
alguma coisa em cima?" Até que um dia ela veio com uma base
simples pré-pronta. Achei interessante e comecei a desenvolver
em cima. Até que um dia apareci com um K7 na mão, com a
música gravada da forma mais underground possível (Risos).
Foi um processo interessante: eu gravava a base principal
com um violão ligado ao meu aparelho de som, daí depois
reproduzia, grava em cima um Riff de guitar, reproduzia;
gravava uma guitar com distorção, reproduzia; e por último
gravava uma guitar com os graves em destaques simulando
um som de Contra-baixo. Não preciso dizer o trabalho que
dava fazer isso, mas ao mesmo tempo achava super divertido.
Também nem preciso comentar o quanto a Jaqueline gostou
né?! (Risos) Numa dessas brincadeiras ela foi lá em casa
pra gravar a voz em cima. A fita com a gravação completa
eu perdi, mas a que tem somente essa melodia, sem o registro
de voz, tenho a original até hoje. A primeira música que
compus pro Aversão surgiu assim; foi "Matança". Gravada
só por Contra-baixo.
Nesse
período eu estava voltando a ouvir coisas pesadas
das quais foram minhas maiores influências. Guardei
um pouco aquela coisa de ouvir Ramones diariamente, e voltei
a ouvir Ac/Dc, Zeppelin, Purple, Yes, Janis Joplin e um
pouco de Hendrix e Sepultura (etc).
Pouco tempo depois, já em 2003 surgiam novos grupos internacionais,
os quais amigos gravavam e me passavam pra ouvir e conhecer.
Os que mais me chamaram a atenção, foram: Kittie; System
of a Down; Kittie por sem bem pesado e cantado por meninas,
e o System por ser um estilo único, sem definição, resultando
em um Rock muito pesado e atrativo. As idéias que já estava
tendo há quase um ano, não se encaixariam nunca no Aversão
a possibilidade de um som mais pesado, algo mais voltado
pro Rock de raiz mesmo (como as bandas do fim de 70 e início
dos anos 80). A idéia estava se tornando um fascínio,
um projeto alternativo. Conversando aqui e ali, começava
assim a fase matricial e o espírito de todo esse
projeto.
O Aversão estava instável, depois de algumas idas e voltas,
mudanças de formação, a banda voltou a ficar em ócio.
Nesse período, por acaso coincidiu de 2 amigos estarem com
uma idéia fazer apresentações na noite; são tocando cover.
Joabes e Galego me convidaram pra levar guitar e violão,
mas os ensaios não passaram de 2 meses. No grupo ainda tinha
o Bruno (Baixo), Luke (Voz). Os ensaios foram interessantes,
até porque fazer parte aquilo, de uma forma ou outra me
trazia experiência.
Depois de uma apresentação feita na Cidade
Jardins com o Aversão, a banda foi engavetada de vez. Como
eu não conseguia ficar parado, começava a pensar em algo
realmente prático, mesmo ainda não conseguindo me ver fazendo
algo diferente ao que era o Aversão. Sempre considerei o
Aversão a minha grande escola, onde me desenvolvi como guitarrista,
onde aprendi, onde apanhei e cresci musicalmente; onde veio
toda minha experiência prática. Até mesmo
pelos vastos anos que segurei a banda nas costas, simplesmente
por amar música e não conseguir me imaginar sem ela.
Quando passei a trabalhar na 702/03n, (Cyber Café;), tinha
acesso fácil com internet, e foi aí que comecei a ver que
essa coisa de Net funcionava mesmo. O quão era fácil
hoje em dia fazer certas coisas das quais antes era um sacrifício
quase impossível; principalmente nesse lado musical.
Coloquei alguns anúncios em várias comunidades
no Orkut e começaram a aparecer interessados nessa
minha idéia. A cada dia me surpreendia mais com essa
facilidade de comunicação oferecida por essa
ferramenta.
A idéia sobre o som que teria a banda, havia amadurecido,
e acabou tendendo pra um Rock mais 80; não desconsiderando
a possibilidade de também levar um som mais pesado, mais
Heavy. Já tinha algumas poucas composições em casa; até
algumas que foram cogitadas pro Aversão. Escrevia muito
também nessa nova fase, e havia retomado algumas das coisas
que havia escrito há 4, 5/7 anos atrás, aquelas mesmas que
nunca imaginei tê-las como música. Acabei assim trabalhando
em cima delas, pra dar esse novo formato. (E não é que deu
certo!)
Os 2 primeiros integrantes oficiais do projeto foram: Marcelo
Bufaiçal (Ex Guitar Solo da Banda Scraxo); Kaká (Jornalista/Baixo).
Contato era mantido, muitas sugestões eram feitas sobre
o projeto, mas ainda faltava o batera. Quando consegui o
Marcelo Bali, que era um colega de serviço, houve a ocasionalidade
do Bufaiçal estar indo para os Estados Unidos. O projeto
teve que ser adiado por um período. Naturalmente começou
a surgir um certo desânimo pessoal, pelo fato de não conseguir
tirar o projeto do papel.
Pouco tempo depois através de um amigo que acabei conhecendo
nesse lance de envolvimento musical (O Léo, vocal da banda
Colina), acabou me apresentando o Loro Jones (Ex Capital
Inicial). Havia comentado com ele que era fã do cara desde
moleque, por coincidência o Loro era amigo dele. No dia
em que saímos todos juntos: Eu, Léo, Loro, Laurinho e Índio
(Carcarás) e a Carol Smile, rolou muito assunto musical
(em meio a histórias engraçadíssimas). Foi quando o Loro
me deu um puta incentivo a continuar com música, a não parar;
dizendo que não valia a pena deixar de correr atrás de um
sonho, por causa da falta de interesse de outras pessoas.
Isso começou a me fazer pensar. A Carol que nesse tempo
era minha namorada, também me dava muita força, e incentivava
muito minha idéia e meus planejamentos musicais. Me ajudou
a escolher muita gente pra banda. Resolvi então deixar o
desânimo de lado, e voltei a correr atrás de novas pessoas.
Achei várias; de repente começou a chover gente. Gente interessada
na proposta de som; pois sempre foi opinião unânime de todos
que foram cogitados a participar do grupo, que não era só
uma idéia ocasional, algo que não se vê por aí todo dia.
E talvez essa mesma idéia era o que chamava a atenção de
tanta gente.
Esse
projeto tem a fama engraçada de ter tido milhões de pré-formações,
indicações e gente que nunca apareceu aos ensaios(Risos);
só tinha formalidade por telefone mesmo. Digo formalidade
pelo fato de que sempre diziam querer levar a idéia
pra frente e confirmavam sempre os ensaios; Cito, confirmando
no próprio dia, pois sempre ligava pela manhã
pra ver se realmente estava certo a presença e tudo
o mais. Mas ainda assim houve gente que nunca apareceu em
nenhum dos ensaios. Comecei a achar isso muito engraçado,
e acabei levantando 3 teorias dentro do desenvolvimento
de um trabalho musical:
1º- É muito difícil achar menina pra fazer um trabalho sério;
é incrível, mas eu e um amigo (Fábio - Bio Rose), tivemos
essa opinião simultaneamente. Não é generalizando,
claro, mas é mais difícil achar uma menina
responsável que assuma um compromisso sério
nessa questão musical;
2º- Ou essas formações "mal-sucedidas" eram o sinal de que
o projeto seria um grande sucesso; ou 3º- era um aviso de
que a idéia era um grande fracasso! (Risos)
Em um 2º encontro com o Loro na 408n, a primeira coisa que
ele me perguntou foi: "Já ta tocando? E a banda como anda?".
Eu disse: "Olha, tenho seguido teu conselho, seu puxão de
orelha, mas ta difícil... Mas não desisto fácil não". Ele
disse: "É assim mesmo, um novo começo sempre rola essa coisa
batalhadora de firmar os pés no chão e começar a andar por
conta própria. Isso também pode ser um sinal de que coisas
boas estão reservadas num futuro". Durante toda a noite
em que conversamos, bebemos, tocamos violão, vira-volta
ela continuava pilhando pra eu não deixar isso quieto,
não desistir do projeto. Isso me animava muito, pois
era alguém do qual sou fã até hoje,
que estava me dando esse tipo de incentivo. Não teria
como descrever a empolgação que isso me dava
né?! (Risos)
Nesse mesmo tempo, aos poucos começavam a nascer trabalhos,
parcerias e participações com outros músicos. Sempre em
ocasiões distintas, ou surgiam convites pra participar de
um show, ou evento de algum amigo ou algo do tipo; até por
indicação eu acabava tocando com alguém. 2 destaques pra
mim foram: A participação de um ensaio que o Fábio me convidou
pra dar uma força na questão de seleção de seus integrantes.
Onde eu avaliaria a posição, postura e atitude de cada um,
já por ter uma certa experiência nessa questão de banda
e como conselho de amigo também. (O cara me fez tocar Guns'n'Roses
- Nunca tinha feito isso antes - Risos) No fim ainda acabei
dando uma palha cantando "Que País é Esse da Legião". Outro
que achei muito bacana foi a apresentação do Landscape com
a Ana Brown no final do ano passado (2006). Ela que por
sinal foi uma das vocalistas do Rota. Nessa apresentação,
ela tava sem banda (era seu projeto próprio, e já o possuía
há alguns anos), daí me convidou pra tocar baixo, ela cantava
e fazia guitar solo, O Iann Andrews levou a batera em 2
músicas, e seu pai, o Leander Mota (Ex Unidade Móvel) tocou
o restante.
Do meado pro fim de 2006, uma amiga que tenho do Rio, a
Mayra Loey (Produtora Musical) estava ajudando o Loro a
escolher um nome pro seu grupo, que até então era "Loro
Jones e Banda do Além". Pensando no tipo de pessoa que o
Loro era, e seu estilo (incluindo o de vida; essa coisa
de Rock e responsabilidade), fiz a sugestão do nome "Rota
66". Achei que era bem a cara dele até por conhecê-lo. Só
que o que eu ainda não sabia, era que esse nome, um pouco
mais frente teria tudo a ver com o meu projeto. (Risos)
Ele curtiu bastante o nome, só que de forma que soou bem
engraçado, é que ele resolveu no fim das contas deixar somente:
"Loro Jones"! (Risos) Acho que pra casos como o dele é até
melhor e combina mais. Pois já carrega um grande nome desde
os tempos de Capital e tudo. Foi aí que comecei a pensar
em um nome pro meu grupo. Pois por incrível que pareça,
nome de banda era a última coisa que eu pensava a me preocupar.
Afinal tinha a idéia de que seria algo feito democraticamente
e tal; um processo mútuo, como penso funcionar uma banda.
Por um tempo, sempre que me referia ao projeto, dizia ser:
Projeto 80, depois veio o Projeto 66, e depois que recebi
a resposta da seleção de nomes do Loro, decidi então firmar
com o que eu mesmo havia sugerido a ele: "Rota 66" (Sugestão
essa inclusive feita pela Mayra; aquele comentário inocente
do tipo: "O que você acha do nome "Rota 66"? - Risos). O
nome encaixou tão bem com a idéia que fiquei me perguntando
durante meses o "por quê" que não havia definido ele antes.
Eu mesmo não sei dizer até hoje; talvez tenha sido mera
distração.
O Rota ainda passava por este processo de "Pré-formações"
até chegar as pessoas certas.
As duas vezes que o nome Rota 66 foi usado em eventos oficiais,
mas sem banda formada, foram: No dia 12-11-06, no Show da
ASSOM na Torre de Tv (que inclusive possuo o Crachá até
hoje de lembrança); onde trabalhei com a Adriane Michels
na organização, e na parte de Credenciamento dos músicos.
E o Show do dia 23-12-06 no Natal da ASSOM no extinto Music
Station, no Pier 21. Digo eventos oficiais, porque o nome
do grupo saiu nas divulgações de Flayers, E-mails e em uma
coluna do Correio Brasiliense antecedentes aos eventos.
Uma parte da "Maldição do Projeto 66", era que, sempre que
um membro "X" comparecia há um ensaio, outro faltava. (Risos)
Nunca estavam completos esses ensaios.
Recentemente, do início pro meio do ano que o Rota veio
a se firmar. Agora digo com toda certeza que todo esse processo,
desde o surgimento da idéia, na verdade me serviu para amadurecimento
pessoal e extintivo, falando assim de trabalho musical.
Pois levar um projeto assim pra frente, sempre exigiu muito
mais do que eu imaginava, ou mesmo esperava. Acho que todos
esses "certos furos" com os integrantes já cogitados no
passado, serviram pra me mostrar o quão é importante acreditarmos
naquilo que pretendemos fazer; seja isso o que quer que
você planeje para o seu futuro. É como o Loro e a Jacque
(Vocal/Rota 66) me disseram: "Não vale a pena abrir mão
de um sonho, de algo que se gosta de fazer por causa de
outras pessoas. Principalmente gente que não vale o mínimo
a pena nem dar atenção".
E hoje em dia vejo isso de forma mais clara do que nunca!
Afinal, quando encontrei estes, que se tornaram novos grandes
amigos, essa grande e nova família, de cara soube que eram
as pessoas certas. Rola uma sinergia de outro mundo nos
ensaios; uma sintonia sem igual. Isso é o que mais me chama
a atenção! Um pega a idéia do outro quase que imediatamente,
já desenvolve em cima. (...) As vezes vamos ensaiar uma
música, e parece que já tocamos ela juntos, há anos! É um
grande barato estar junto dessa turma.
Vou citar aqui todas as formações já
ocorridas nesse projeto, juntamente com algumas observações:
(2004)
*
Marcelo Bufaiçal - Guitar Solo
* Marcelo Bali - Bateria
* Káka - Baixo
*
Marcelo Bufaiçal - Guitar Solo (Cogitado; não pôde participar
pois teve que ir pros EUA) * Marcelo Bali - Bateria
(Acabou
se
envolvendo
com outros trabalhos com a saída do Bufaiçal)
* Káka - Baixo
*
Caroline Araújo (Anne Reaven) - Vocal (Se propôs
a
ajudar até arrumar uma vocal; não curtia Rock Nacional)
(2005)
*
Déborah Babilônia - Vocal (Não chegou a comparecer;
estava envolvida com um projeto alternativo de filmagem)
* Kaka - Baixo
* Catilcia Geraldi - Guitar (Foi cogitada, mas na época
não está mais com envolvimento em trabalhos musicais)
*
Evinny - Vocal (Não Pôde levar a idéia adiante devido a
faculdade de Jornalismo que estava fazendo)
* Alexandre - Bateria
*
Káka - Baixo
* Marina Barthólo - Guitar Solo (Teve que adiar o projeto,
pois havia ido fazer intercâmbio no Canadá)
* Alexandre - Bateria
*
Amanda - Vocal (Acabou saindo devido as inconstâncias de
integrantes, em faltar)
* Alexandre - Bateria (Participou de um ensaio; saiu por
inconstâncias de integrantes, em faltar)
*
Káka - Baixo (Chegou a participar do meu projeto de gravar
as músicas do Aversão no início de 2006, mas teve que sair
no meio do caminho devido há uma proposta que havia recebido
em sua área de jornalismo em SP)
*
Fernanda - Vocal (Participou de um ensaio; não cantava Rock
Nacional)
* PC - Bateria
* Pedro - Guitar Solo (Também participou de um ensaio; era
o namorado da Fernanda)
*
Gizza - Vocal
* Marcelo Seabra - Guitar / Solo
* Priscilla Madalena - Baixo (Nunca compareceu aos ensaios
apesar de confirmá-los)
* PC - Bateria
*
Gizza - Vocal (Não pôde dar sequênncia ao projeto, pois
estava indo pro RJ com sua banda; seu já antigo trabalho
pessoal)
* Marcelo Seabra - Guitar / Solo - (Participou de 2 ensaios;
depois que outros membros começaram a furar ele saiu. Conscindiu
com sua temporada no RJ nesse mesmo período)
* Evinny - Baixo / Vocal (Foi cogitada a participar novamente
do projeto, mas acabou não dando certo devido a sua
faculdade de Jornalismo que lhe tomava bastante o tempo)
* PC - Bateria
(2006)
*
Amanda (Miss Butterfly)- Vocal (Foi convidada novamente;
voltou a participar do Rota, mas devido as inconstâncias
de integrantes, saiu um pouco antes do acidente de carro
de sua mãe)
* PC - Bateria (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)
* Octávio - Baixo (Pelo fato do PC ter faltado nesse dia,
e o Ítalo que era dono do estúdio ter tocado Batera, não
achou que o projeto fosse sério e caiu fora depois do ensaio)
* Alexandre - Guitar / Solo (Não foi nesse primeiro
ensaio)
*
Alexandre - Guitar / Solo
* Marina Falcão - Vocal (Não pôde levar a idéia pra frente
devido ao imprevisto de ter tido que se dedicar o dobro
em seu trabalho)
* Henrique - Baixo (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)
* PC - Bateria
*
Ana Brown - Vocal
* PC - Bateria (Faltou no primeiro ensaio da nova formação)
* Henrique - Baixo (Pelo fato do PC ter faltado nesse dia,
participou de um ensaio; não achou que o projeto fosse sério
e caiu fora depois do ensaio)
* Alexandre - Guitar / Solo (Pelo fato do PC ter faltado
nesse dia, participou desse ensaio e também não
achou que o projeto fosse sério e caiu fora depois
desse ensaio)
(2006/07)
*
Adriane Michels - Bateria
* Ana Brown - Vocal
* Alexandre - Guitar Solo (Se propôs a ajudar por
um tempo até arrumar um Guitar Solo.)
(2007)
* Adriane Michels - Bateria (Chegamos a passar algumas músicas
juntos; não chegou a participar de ensaio; pois a formação
ainda não estava definida. Estava dedicada aos estudos e
cursinho pra concurso)
* Ana Brown - Vocal (Depois da apresentação do Landscape
no lançamento de seu trabalho solo, acabou sumindo. Posteriormente
vim a saber que ela estava envolvida com outros projetos)
* Thiago - Guitar Solo (Não chegou a participar de
ensaio, foi cogitado pela Adriane; confirmou sua participação.
Já possuíam um trabalho juntos)
*
Natasha - Guitar Solo (Não curtia vocal feminino;
passou certa insegurança por este motivo. Acabei
perdendo contato após um tempo)
* Alice Bandeira - Vocal (Devido a dificuldade em conseguir
achar Batera, acabou se dedicando a outro projeto. Se propôs
a tentar levar os dois trabalhos se achássemos a idéia interessante.)
* Pedro - Bateria (Já tinha um trabalho com outra banda,
e a mesma havia sido sorteada pra participar de um concurso
de bandas em outro estado, que seria exibido em programa
televisivo e tudo. Saiu por este motivo)
* Bil - Baixo
*
19-05-07 a 02-06-07
Mike - Batera
Joabes - Guitar Solo
C.jyou - Guitar & Voz
Bil - Baixo
Jacque Bittencourt - Voz (Teve que se ausentar no início
de sua gravidez; por recomendação médica.
Entrou de "Licença Maternidade" - Risos)
*
29-07-07 a 12-09-07
Mike - Batera
Joabes - Guitar Solo
C.jyou - Guitar & Voz
Bil - Baixo
Aline Mariano - Voz, Violão & Teclado (O não
cumprimento de alguns compromissos e obrigações
relacionados ao grupo, falta de responsabilidade e comprometimento
ocasionaram a sua saída)
*
07-10-07 a 21-12-07
Jacque - Voz, Produção & Contato
Mike - Batera
Joabes - Guitar Solo
C.jyou - Guitar, Violão & Voz
Bil - Baixo
Nicky Medik - Voz (A Nicky saiu do Rota por vontade própria,
optando assim, em dar maior prioridade ao seu outro projeto:
O Rockxsina.)
* 23-12-07 a 26-09-08
Jacque - Voz, Produção & Contato
Mike - Batera (Saiu ainda no início do ano, pouco após
a apresentação no Rayuella - Estava envolvido
com outros projetos relacionados a apresentações
em casas noturnas. Devido ao grande n° de trabalhos que
vinha desempenhando, acabou tendo que sair do Rota)
Joabes - Guitar Solo
C.jyou - Guitar, Violão & Voz
Bil - Baixo (Saiu no final de Setembro, um dia antes do Show
no Arena - London Calling - Após ter entrado no Detrito
Federal, os horários de ensaios e eventos começaram
a ficar conflitantes; o mesmo também assumiu outros
projetos.)
Ana Brown - Voz
(Compromissos paralelos começaram a
ocasionar em sua falta de tempo ao grupo)
*
27-09-08 a (Atualmente)
Jacque - Voz, Flauta, Produção & Contato
Marllos - Batera
Joabes - Guitar Solo & Voz
C.jyou - Guitar, Violão & Voz
Cheda - Baixo